segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Vícios e virtudes

Os grandes filósofos ensinaram que o caminho para a felicidade é livrar-se dos vícios.

Mas como poderei ser feliz sem os meus vícios, se o meu maior vício é você?


Sou viciado no calor

E no aconchego do teu abraço

Sou viciado no teu sabor

E no doce cheiro da tua pele

Sou viciado no teu olhar

Onde me perco e te acho

Sou viciado em te admirar

Pois a tua beleza acalma e torna mais leve

A minha vida caótica

Aquieta a minha mente

Quando a minha memória

Traz flashes seus ao longo do dia

Me faz sorrir, lembrar de você

Para a minha alegria,

Sei que logo mais irei te rever

Até lá, só me resta esperar

Que o senhor do tempo enrole, mas não abuse

E te traga logo pra cá,

Ma belle muse


domingo, 16 de agosto de 2015

Depois da tormenta, vem a calmaria

Tudo tem seu auge e sua decadência. Tudo mesmo, inclusive nossos sentimentos.

Do amor ao ódio, da esperança à desilusão, tudo tem seu ponto alto e seu ponto baixo.

Tudo que existe tem início e fim. A diferença é que algumas coisas se renovam, outras não.

Geralmente, sentimentos positivos como a esperança e o amor se renovam e ressurgem mesmo quando pareciam ter desaparecido por completo. A sua decadência é uma grande diminuição do status quo. É o famoso “chegar ao fundo do poço”: em várias ocasiões, esse é o fim; para esses sentimentos, é a oportunidade de pegar impulso e subir rapidamente à superfície. Nessa hora, esses sentimentos atingem seu auge novamente.

Ou seja, enquanto certas coisas afundam e morrem, desaparecendo completamente, sentimentos positivos ressurgem com o menor dos estímulos ainda existentes, se renovam e crescem por si próprios e, como uma fênix em chamas, alcançam o mais alto dos voos e iluminam o mundo novamente.

Por outro lado, sentimentos negativos, como a desilusão e o ódio tendem a surgir no momento de decadência dos sentimentos positivos e alcançam seu auge no momento de total declínio daqueles. Porém, como tudo que existe, eles também têm sua própria decadência. A diferença é que estes, na maioria dos casos, desaparecem completamente quando chegam ao fundo do poço, uma vez que não têm capacidade de perdurar no tempo por conta própria, pois dependem de fatores externos para surgir e crescer.

O que ocorre, muitas vezes, é que variações desses últimos sentimentos (os negativos), como abutres esfomeados, ficam rodeando as nossas vidas à espera de um novo momento de decadência dos sentimentos positivos. Assim, quando um sentimento negativo morre, outro ocupa o seu lugar na primeira oportunidade, momento em que tem suas próprias ascensão e decadência.

Assim, o que nos resta é alimentar os elementos positivos da nossa vida e boicotar os elementos negativos, deixando de alimentá-los o mais rápido possível (mesmo que às vezes seja “tão bom” - no fundo não é bom, embora muitas vezes pareça - vivê-los de forma visceral).

Lutamos esta guerra diariamente. Em muitas batalhas, perdemos o controle e deixamos os nossos sentimentos negativos dominarem nossa mente e nossas atitudes. Em outras – espero que na maioria das vezes -, alimentamos os sentimentos positivos, que, fortes, vão à guerra e esmagam seus adversários e ganham essas batalhas.

Portanto, o que devemos fazer é alimentar diariamente os sentimentos positivos, de forma que estes estejam fortes e preparados a todo o momento, sempre prontos para vencer uma nova batalha, nos fazendo sentir a paz interna que eles trazem, mesmo que estejamos em uma guerra externa.

Boa semana para você!!!

Muita  positividade, luz e paz para todos nós!



sábado, 15 de agosto de 2015

Seu problema, minha vingança.

O que fazer quando não se pode proteger aqueles que se ama?

Como reagir ao saber que alguém fez mal a alguém que você deveria proteger?

Como superar o sentimento de impotência frente a uma situação ocorrida longe de você?

Como controlar a raiva e o ódio que correm em suas veias agora?

Como seguir em frente sem realizar a vingança tão desejada?

Como não descontar sua fúria no próximo?

Como voltar a sorrir depois de ser desrespeitado ou saber que alguém próximo a você foi desrespeitado?

Como viver em paz sabendo dos males que afligem a nossa sociedade?

Como deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente sem consertar os danos do dia que passou?

Fiz muitas perguntas, mas não sei se realmente quero saber as respostas.
Tudo o que eu queria era estar lá para protegê-la. Para vingá-la. Para fazer sofrer quem a fez sofrer. Para acabar com a sua dor antes mesmo que ela tivesse início.

Meu maior desejo era saber quem lhe desrespeitou, quem lhe causou qualquer angústia ou sofrimento, para que eu pudesse caçá-lo dia e noite até encontrá-lo. Para que eu pudesse socar-lhe cara até destroçá-la completamente. Para que eu pudesse arrancar seu coração com as minhas próprias mãos.

Para que pudéssemos sorrir novamente no fim do dia.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bradesco, te odeio.

Ontem fui abrir uma conta em um banco decente e tive uma surpresa: “não dá para abrir a conta porque seu nome está no SERASA desde 2012 por causa de uma dívida como o Banco Bradesco”.
A minha primeira reação foi: - tá de brincadeira, né? Como assim "dívida com o Bradesco"? Nunca fiz nenhum empréstimo ou algo do tipo...

Depois, pensando melhor e forçando a memória, lembrei: eu trabalhei na Assembleia Legislativa e recebia pelo Bradesco. Ok, realmente já tive algum vínculo com o referido banco.
Eu deixei de trabalhar na Aleam em setembro de 2012 e fiz questão de encerrar a minha conta duas semanas depois, pois eu já sabia que deixar conta ativa no Bradesco era a maior burrice que uma pessoa poderia fazer.
Lembro como se fosse ontem: eu fui à agência na qual abri a minha conta (a fica dentro da Aleam) e pedi para encerrar a conta. A gerente na época – Karla (com K mesmo. Nunca esqueci esse nome porque não teve uma única vez que essa mulher tenha me atendido bem ou resolvido meu problema) – me disse que eu estava com saldo negativo de R$24,00 e teria que pagar antes de encerrar a conta.
Ok. Fui ao caixa, depositei os R$24,00 e retornei com ela.
Após mais ou menos meia hora, ela apertou a minha mão e disse: “pronto, a sua conta está encerrada”.
Não lembro se ela me deu algum recibo. Como não achei nenhum, creio que ela realmente não tenha me dado nenhum. Esse foi o meu erro.
Saí da agência e fui num caixa eletrônico. Ao colocar o cartão na máquina, obtive a resposta de que o cartão não era mais válido. Que bom – pensei -, finalmente me livrei deste banco. Grande engano.

Hoje fui novamente à agência da Assembleia e falei com o gerente – não é mais a Karla. Ele me disse que a dívida existe e ele não tinha como resolver, pois só poderia renegociá-la. Mas aconselhou que eu fosse na agência à qual a agência da Aleam é vinculada, para conversar com a gerente-geral.
Segui o conselho e fui ao centro. Chegando lá, conversei com a gerente-geral, que me informou que a dívida decorria das taxas de uso do cheque especial; que a minha conta não foi encerrada e só o que ela poderia fazer era renegociar a dívida.

Ou seja, passados 3 anos desde que “encerrei” a minha conta, descubro que devo R$1.200,00, decorrentes das taxas mensais do cheque especial (como a gerente não fechou a conta, foi incidindo uma TAXA PELA POSSIBILIDADE DE USO do cheque especial – que aliás eu NUNCA usei - a cada mês, gerando uma dívida que era satisfeita automaticamente pelo próprio cheque especial, que no outro mês aumentava cada vez mais, pois virou uma bola de neve – ou seria de merda? - onde a dívida do cheque especial de um mês era paga com o cheque especial do outro mês, aumentando a dívida total).
Assim, a taxa (da possibilidade) de uso do cheque especial, que deveria ser algo em torno de 20 e poucos reais, virou essa superdívida que sujou o meu nome no SERASA.

Como realmente não tenho o comprovante do encerramento da conta, só me restou renegociar a dívida e pagar R$200,00 (valor referente às "taxas atrasadas") à vista, tendo como “descontados” os valores referentes a juros e atualizações.


Em resumo, Bradesco, você tentou me roubar R$1.200,00. Não conseguiu. Mas me roubou R$200,00 e 3 horas da minha vida. Eu realmente nunca gostei de você, mas não o odiava.
Hoje eu te odeio.

Segue abaixo a minha vontade de hoje:


domingo, 9 de agosto de 2015

AMOR OU PAIXÃO?

Os dois.
Por quê escolher somente um?
Muita gente tem dúvida sobre o que é cada um desses sentimentos.
Muitos vivem um achando que é o outro e vice-versa.
Muitos não vivem nenhum e acham que estão apaixonados ou amando.
Como saber se está vivendo um ou outro?
Vivendo.
Não há professor melhor que a vida e o tempo para lhe ensinar a diferença entre os dois.
Eu poderia até lhe dizer que paixão é um sentimento rápido, fugaz, efêmero, incendiante; que lhe rouba a atenção e que lhe vicia instantaneamente; que age em você como um terremoto, passando por você e arrasando com todas as suas estruturas internas.
Também poderia lhe dizer que amor é um sentimento construído ao longo do tempo, tijolo por tijolo; que precisa de uma base sólida para crescer; que é baseado no respeito e na admiração; que é algo duradouro e, talvez, eterno; que age em você como um vulcão ativo, que às vezes fica quieto e às vezes entra em erupção, mas sempre está lá em maior ou menor intensidade.
Mas nada do que eu diga lhe fará entender o que é amor ou paixão. Você apenas entenderá quando viver cada um. E, somente depois de vivenciar os dois, poderá saber a diferença entre eles.
Se você já experimentou qualquer um desses dois sentimentos, você sabe do que estou falando.
Se ainda não experimentou, espero, de coração, que experimente logo. Esses sentimentos tornam a vida de uma pessoa muito melhor (ainda mais quando é recíproco).
Amar e ser amado. Apaixonar e estar apaixonado. Tudo isso faz muito bem para a vida e para a alma.
Não sei se você é adepto(a) da monogamia, da bigamia ou do poliamor.Isso não importa. O que importa é que você experimente o amor e a paixão e viva intensamente esses sentimentos. É possível amar e estar apaixonado pela mesma pessoa - e como é bom viver as duas coisas ao mesmo tempo pela mesma pessoa! -, bem como por duas ou mais pessoas, ao mesmo tempo ou não. Não importa sua idade ou seu sexo, nem a sua orientação sexual, o que importa é que você seja fonte de amor e paixão, bem como seja objeto desses sentimentos.
O mundo seria bem melhor se todos os seres humanos vivenciassem esses sentimentos intensamente.

Boa semana, muita luz, amor e paixão para você!